30/01/12

A imprensa a serviço da politicagem

Estão pegando muito mal as atitudes de alguns profissionais da imprensa itabunense que teimam em expor às vísceras dos seus colegas. Jornalista detratando radialista. Em Itabuna, a situação chega a ser caricata. Há "profissionais" que armam para prejudicar colegas com a finalidade de criar "fatos" políticos em campanha eleitoral.Aqui, os jornalistas são divididos entre adversários e aliados e não como profissionais. Parte da imprensa itabunense virou uma zorra, coisa de província. Meu Deus do Céu! Há alguma coisa errada aí. Mais do que qualquer outro profissional, o jornalista, que tem a missão de informar, formar opinião, tem que trilhar o caminho da verdade, da decência, da honradez.

Não sou, comprovadamente, dos maiores e, muito menos, dos melhores jornalistas de Itabuna. Mas, no meu singelo entender é preciso que se mude a linha de alguns "colegas" de profissão. Essa de achincalhar, tripudiar, “amolecar” a vida de “colegas”, não é correto. É feio e nocivo. Desclassifica a categoria.O que os “coleguinhas” precisam entender é que os tempos mudaram. O jornalismo panfletário, que uns insistem em praticar, é coisa do passado. O leitor não aceita mais que ataques infundados sejam feitos contra qualquer pessoa. O público, que lê blogs, exige um jornalismo pautado no equilíbrio.

Classe desunida - Na imprensa política itabunense, formada quase 100% por “jornalistas” práticos (sem formação em jornalismo), a análise feita pelos próprios “jornalistas” sobre o trabalho dos “colegas” é feita de forma empírica, sem qualquer embasamento teórico. Também é comum um culto à indolência da parte dos que não possuem diploma de jornalismo. Numa interpretação distorcida, muitos dos que não sentaram nos bancos acadêmicos afirmam que diploma de jornalismo não serve para nada. É um acinte!

10 Comentários - Quem se cala está de acordo!:

Pedro carlos disse...

Paulo,
Conheço “jornalistas” e radialistas em Itabuna que esculhambam os próprios colegas no ar.Roberto de Souza e José Adervan fazem isso...Isso é uma vergonha.Isso não é jornalismo.

Jorge Calixto disse...

Ah, já ouvir e vi também um tal de Jarles Soares esculhambar o jornalista Daniel Thame ao vivo na Rádio Jornal.Uma vergonha isso, colegas falando mal de colegas.Nossa imprensa é uma vergonha.

Jaqueline disse...

Caro Jornalista!
O jornalismo político praticado em Itabuna precisa ser repensado, tem gente que se intitula jornalista e radialista sem nunca ter pisado o chão de uma Faculdade.Essa turma deveria fazer vestibular para Jornalismo para se qualificar.

Cláudio/professor disse...

Paulo,
A imprensa itabunense está diante de uma encruzilhada. De um lado, o Denuncismo Irresponsável que faz o linchamento moral de uns e, de outro, a Blindagem Inexpugnável de outros. Essas duas alternativas representam uma só: a covardia travestida de jornalismo. José Adervan e Roberto de Souza que os diga...

Cláudio/professor disse...

Paulo,
A imprensa itabunense está diante de uma encruzilhada. De um lado, o Denuncismo Irresponsável que faz o linchamento moral de uns e, de outro, a Blindagem Inexpugnável de outros. Essas duas alternativas representam uma só: a covardia travestida de jornalismo. José Adervan e Roberto de Souza que os diga...

João cardoso disse...

Senhor jornalista,
Todos nós, pessoas realmente de bem, condenamos aqueles que, covardemente, se INTITULAM JORNALISTA OU RADIALISTA para injuriar, caluniar, ofender, condição essa na qual se encontra MUITA GENTE DO RÁDIO DE ITABUNA.Uma vergonha ouvir rádio aqui.

Márcia/Comunicação disse...

Olha, esses caras que fazem rádio em Itabuna nenhum deles têm graduação em jornalismo. Muitos dos que batem no peito e dizem que “o diploma não serve para nada” adorariam fazer o curso de jornalismo e até tentam passar no vestibular. Torço para que passem.

Pedro/Jornalismo disse...

Quando digo que o jornalismo praticado em Itabuna precisa ser repensado, tem gente que não gosta.

Vésper disse...

José Adervan e Roberto de Souza:Eles continuam apelando.Uma vergonha.

Carlos disse...

Nobre jornalista e professor Paulo Caminha, nossa imprensa tem algumas espécimes que deveriam ao menos mostrar um pouco de coerência, um pouco de voz própria, de livre-arbítrio. Entristece-me ver as pessoas jogarem a dignidade no lixo por algumas patacas. E vista a carapuça quem quiser…

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